quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Aliado ou inimigo?


De repente aquele que chorava começou a sorrir... as lágrimas que caíam em seu rosto cessaram, e o velho jovem não entendia como isso tinha acontecido. Por que não enxergara tudo antes? Por que insistia em permanecer na sua ignorância? Se enchia de perguntas, quando alguém lhe repondeu:

- O medo cega!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Caminhando e cantando... e seguindo a canção.


Com determinação e um pouco de auto-estima os degraus vão sendo galgados. Nunca se sabe o que te espera lá no alto... pode ser algo querendo te empurrar, ou alguém pra segurar sua mão e te ajudar a subir mais. O incrível de tudo isso é a curiosidade em saber o que está lá, e por isso temos a mania feia de querer subir sempre mais rápido. Eu pergunto, pra quê? Se a melhor parte é o caminho até o topo, se o emocionante são os obstáculos. Certo que nem tudo durante esse tal caminho é prazeroso, reconheço. Há momentos de fraqueza, de cansaço, de querer jogar tudo pro alto e desistir. Mas a curiosidade em saber o que está no topo nos ajuda a ter forças e continuar a escalada. Pouco a pouco a curiosidade vai sendo saciada e começam a surgir novas curiosidades, e lá vamos nós de novo por essa busca frenética...

... e seguindo a canção!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Far far way 2 - Adaptando-se aos novos rumos


Mais do que mudar, é necessário que se aprenda como mudar. Consequências positivas advêm de atos positivos. A mudança precisa ser sadia, lapidada aos poucos... É preciso que se entenda a complexidade dessa metamorfose e as atitudes cabíveis a cada lacuna a ser preenchida. "O que passou, passou!": é isso mesmo, nada de prender-se ao passado! Mudar precisa ser prazeroso para que os resultados sejam satisfatórios. Saber gozar dos momentos bons na construção futuro é manejo de poucos, pois de nada adianta focar apenas no depois sem saborear o caminho até a conquista. As novas rotinas se tornam prazerosas na medida em que se aplica a praticidade nos atos à ela limitados. A ciranda da vida exige essa praticidade, com ela se ganha tempo para exercer outras atividades, o que implica em ser mais produtivo. E é essa a função do ser humano na Terra: ser produtivo, e não apenas mais um na multidão!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Far far away...


Chega o tempo de mudanças. Elas são necessárias, indiscutivelmente! Dói mudar, dói crescer, dói evoluir... Um sentimento nostálgico fica ali, estagnado, até que o tempo o devore. Não há expressão para descrever os momentos que ficam na memória. Talvez saudade, talvez amor, amizade... só que numa intensidade inexplicável. Intensidade... ah, grandiosa intensidade! Alegrias intensas, choros intensos, nervosismos intensos, ansiedade intensa. Fase em que cada minuto é aproveitado como se fosse o último. Depois disso chega a hora de começar a assumir as responsabilidades, "virar gente grande", amadurecer com situações em que você não tem ninguém para te amparar. Nada de desânimo, nada de fracasso. Frustração faz parte, o importante é não deixar que ela arruine seu planos, e fazer dela o alicerce do futuro. Porque a hora é agora e o futuro bate à porta! Adeus.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Buraco Negro


Pessoas vazias, mentes vazias, cidades cheias de vazio. Mentes frias e inóspitas, prontas pra receber o nada, fazer do presente mais um momento que será esquecido, como tantos outros. Indagações, questionamentos, dúvidas... o que se esperar de algo tão frívolo? tão rude? tão intenso! Talvez nada! Ou tudo, não se sabe... Não existe certeza. A cada momento os indivíduos se mostram, se integram, se desfazem e principalmente vão dando pistas de quem realmente são. A busca por certezas é incessante, a necessidade do concreto é expressiva... Mas nada adianta... As pessoas são enigmas, indecifravéis e na sua maior amplitude, assustadoras!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Solidão




Sentado à beira da cama, observando as estrelas e o céu pela janela. Pensamentos vagos, lembranças do passado. Um sentimento nostálgico insiste em em ficar, ali, estático e os resquícios da velhice trazem o passado à tona. Passado esse que, agora, trouxe suas consequências. Os tempos de meninice, a enlouquecedora adolescência, a invasão de hormônios... ah que fase! Disposição, alegria, tardes de sol... Época em que tudo era intenso.

Anos se passando e com eles veio rugas, responsabilidades, desentendimentos, enfim. O tempo mostrou suas forças. Só me resta agora que esse vento frio que bate em meu rosto, me leve pra bem longe.